A insegurança pode ser temporária, devida a manifestação de uma passividade emocional aceita, a falta de alguma informação no processo de crescimento do indivíduo, ou, por exemplo, a um abandono. Quando persiste no tempo criando a sensação de falimento, reduzindo a auto-estima e gerando forte medo de não ser bem quisto pelas outras pessoas, pode ser um verdadeiro distúrbio de personalidade.
Quando a insegurança se transforma em um distúrbio de personalidade, as pessoas se manifestam desengonçadas e temerosas das dificuldades, ao ponto de se esquivar, se puderem, da aproximação e do contato verbal com os outros, mesmo que dentro de si desejem muito estreitar laços de relacionamento e de amizade. Gostariam ter relações interpessoais mais intensas, mas, a própria baixa auto-estima, o caráter hipersensível e o receio de ser rejeitados, as impedem de procurar os outros de forma serena e aconchegante. Tímidos em quase todas as situações públicas, os inseguros evitantes, têm dificuldades com qualquer novidade e diversidade.
Para não parecerem “bobos”, fúteis e inoportunos, as pessoas que vivem a insegurança limitam as próprias intervenções ao essencial.
Alguns se preocupam em demasia com o julgamento dos outros e em denunciar inconscientemente os próprios sinais de embaraço como ficar vermelho, voz emotiva, pouca concentração, etc. Isto pode fazer com que percebam a insegurança e timidez, criando mais ansiedade, desconforto, insegurança e perpetuando o processo.
As pessoas inseguras evitantes, homens e mulheres, ficam normalmente agrupados em uma vida de rotina bem definida e limitada.
Para as pessoas é comum ouvir, às vezes, conselhos de outros para tomar decisões importantes. Todavia, quem vive a insegurança de forma dependente, vai além de qualquer grau de normal dependência e confiança, criando uma verdadeira e real psicodependência para com a sociedade, para com um grupo de pessoas ou para com uma figura simbólica que pode ser o parceiro(a), outras vezes um amigo(a) ou os próprios pais.
Quando estes indivíduos inseguros precisam tomar alguma atitude, delegam ao “símbolo” o poder de decidir por eles, enquanto que a própria insegurança lhe impede de perceber que tomaram a decisão certa, qualquer que ela seja.
A boa notícia para quem sofre desses “males da vida moderna” é que, ao contrário de antigamente, já existe um grande leque de tratamentos para a insegurança. Uma excelente alternativa de cura é o tratamento através da medicina psicossomática e hipnose dinâmica.
O Instituto Verea dedica-se ao atendimento clínico, individual e em grupo de pessoas para a melhora e a cura de distúrbios de origem psicossomática como fobias, medo de dirigir ou de andar de avião, síndrome do pânico, tabagismo, drogas, álcool, problemas sexuais, entre outros e presidido pelo Dr. Leonard F. Verea.
Dr. Verea é médico psiquiatra pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália, especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Clínica, é presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e membro da CID CNV Istituto di Psicologia Analogica e di Ipnosi Dinamica, SIMP - Societá Italiana di Medicina Psicosomatica, Roma-Italia, The International Society for Medical and Psychological Hypnosis, New York-EUA, ABMP - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática e a Sociedade Brasileira de Hipnose.
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